Quem nos acompanha a algum tempo já deve saber: nós adoramos viajar! Começar um blog sobre o assunto já estava em meus planos há uns meses e, finalmente, dei início ao “Detalhes de Viagens”. Lá escrevo sobre nossos roteiros com informações e muitas fotos de nossas andanças por aí… 🙂
Além de viajar, não é novidade a minha paixão por decoração! Estou sempre observando este detalhe nas pousadas, lojas ou restaurantes que visitamos. Quando possível, tiro fotos para ter como inspiração e algumas até já postei por aqui.
Então, decidi criar a série Viajando na decoração aqui no blog a fim de compartilhar nossos “cliques decorativos”… rs Continue lendo →
Como diz o título do post, a novidade no apê é um quadro para rolhas que há muito tempo estávamos pensando em comprar. Na verdade não queria comprar prontinho, pois os que vi achei meio caros, então pesquisei caixas com vidro em sites que vendem MDF. Muitos vendem a caixa para esse objetivo, já com o furo para colocar as rolhas. Os preços que vi eram super em conta, porém com o valor do frete não compensava.
Um dia resolvemos procurar em umas lojas de MDF no centro da cidade e encontramos uma caixa que adoramos. Era a última e não era própria para colocar rolhas e sim para expor objetos, não sei ao certo, mas serviria ao nosso propósito dada a profundidade da caixa.
Era só fazer o furo com serra copo, dar uma lixadinha na moldura, pintar, envernizar e beleza, estaria pronta!
Haha… assim gostaríamos que fosse! rs. Na realidade foi uma super novela para ficar pronto, mas vamos lá que vou contando os “causos”…
Depois que marido fez o furo com serra copo, lixei a caixa, passei um pano seco para retirar o pó e comecei a pintar.
Usei tinta fosca preta PVA e após secar o verniz acrílico brilhante.
Para pintar a maior parte usei o rolinho (foi super rápido) e os cantinhos usei um pincel macio. Dilui a tinta com um pouquinho de água (a olho mesmo).
Tudo bem, gente? Tudo certinho por aí? Muito calor? rs
Por aqui tudo bem! Estava com saudades disso tudo! Estou com um notebook novo (um dos motivos de ter “sumido”, o antigo resolveu tirar umas férias sem previsão de volta… rs).
Mas enfim, não houve grandes mudanças no apê, a última novidade foi um “up” que demos numa parede do closet/home office.
Quem aí gosta de um verdinho dentro de casa? Nós aqui adoramos, acho que já deu para perceber, não é?! Moramos em apê, não temos muito espaço, mas no final sempre damos um jeitinho… rs.
Infelizmente, nem todas as nossas plantinhas vão para a frente. Foi o caso de uma orquídea que ganhamos da minha sogra. Apesar de todos os cuidados, ela não estava indo muito bem, achávamos que o vaso em que se encontrava era muito pequeno. Compramos um maior e um cachepô para acomodá-la, mas não deu certo… :(. Ficamos super tristes quando perdemos alguma planta.
Com o cachepô vazio, ficou a dúvida de que planta colocar. Então, me lembrei de uma que, além de sobreviver em ambientes fechados, é fácil de cuidar: a zamioculca!
É engraçado dizer isso, mas muito antes de nós termos nosso lar eu havia salvo uma foto dessa planta pensando em um dia tê-la em nossa sala, acho as folhagens lindas! Fomos em um garden para ver se encontrávamos e sim, avistamos vários vasos em promoção! Então, claro que trouxemos um para casa! 🙂
Isso foi no final de 2014, desde então ela deu uma boa crescida, nasceram brotos e está firme e forte!
Olha ela aí:
As fotos são do mês passado, mas não houve muitas mudanças.
Há algum tempo estava com a ideia de ter algumas borboletas no apê (depois do post dos relógios, fiquei com mais vontade ainda!). Já sabia o local e como gostaria de colocar (composição), só faltavam as danadinhas.
Já vi algumas borboletas na Tok&Stok, Aliexpress e, recentemente, vi também na Etna. Fiquei com vontade de comprar, mas ao mesmo tempo com a coceirinha do Faça você Mesmo. Ganhou a coceirinha… hehe.
Só estava em dúvida do material a ser utilizado, primeiro pensei em papel cartão, mas acabei me lembrando da embalagem da persiana rolô que instalamos em fevereiro. Pois é, amigos… não joguei, estava guardada desde o início do ano… rs. O plástico era muito bom, sabia que um dia serviria para algo… rsrs.
Enfim, vamos às borboletas! 🙂 Nem precisava de passo a passo, foi super simples, mas mesmo assim resolvi tirar fotos para ilustrar.
Já faz um tempo estávamos pensando em comprar/fazer um novo porta cápsulas de café. Nós temos um de madeira que ganhamos quando compramos as primeiras cápsulas de café. É lindo, mas agora sempre ficam algumas de fora…
O porta cápsulas de madeira.
Eu queria um bem prático e que não ocupasse muito espaço, já que essa caixa toma um belo espacinho na gaveta e não é lá muito prática para pôr e tirar, já que inevitavelmente acabamos colocando outras coisas em cima. Na verdade, não é para ficar guardada na gaveta, mas não temos outro lugar para deixar. Continue lendo →
A inspiração para esse post veio após ver uma pequena exposição de brinquedos antigos, dos anos 80, num shopping do ABC-SP. Como os brinquedos daquela época eram bacanas! Foi uma verdadeira sessão nostalgia e também um choque de realidade: o tempo passa rápido demais, tô velhaaaaaa! rs.
Uma coisa é fato: brincar estimula muito a criatividade. E nem precisa ser com brinquedos comprados, aliás, aí que a criatividade rola solta, não é?!
Quem aí nunca ouviu a mãe ou avó dizendo que as bonecas de antigamente eram espigas de milho? 🙂 Continue lendo →
Olá, pessoal! Todos bem? Nossa, por aqui deu uma boa esfriada e por aí?
Hoje trouxe fotos da viagem que fizemos em abril, no feriado de Tiradentes! Nem faz tanto tempo que voltamos, mas já estamos com saudades! Conhecer algumas cidades históricas de Minas Gerais foi uma experiência incrível!
A princípio, só ficaríamos hospedados em Ouro Preto, mas pesquisando sobre a viagem li muitos comentários bons sobre Tiradentes. Como a cidade estava no percurso decidimos passar uma noite por lá e conhecer.
Que cidadezinha linda e aconchegante! Chegamos meio perdidos, sem saber para onde ir, mas logo nos deparamos com aquelas pracinhas típicas de cidades do interior, sabem?! Uma graça! Apesar de morar na “cidade grande”, foi fácil começar a me sentir em casa. Continue lendo →
Olá, pessoal! Tudo bem? Como passaram o feriado, final de semana? Por aqui foi tudo bem, dentre comilanças, encontro com amigos, tarde na casa dos sogros, teve arteirice também!
Mas a arteirice que mostrarei hoje foi feita por uma querida amiga do Instagram, a Sol (@solcardoso75)! Uma arteira de mão cheia, diga-se de passagem!
Quando ela postou a transformação que fez em uma parede de sua casa com filtros de café, fiquei de queixo caído! Sabem aquelas paredes revestidas com filetes de pedra São Tomé, a famosa “Canjiquinha”? Então, essa é a ideia! Mas bem mais em conta! 🙂
Perguntei se poderia compartilhar aqui no blog e fiquei muito feliz com sua permissão! Ela ainda me enviou o passo a passo bem explicadinho por e-mail, vamos conferir? Continue lendo →
Olá, pessoal! Tudo bem? Como passaram o final de semana? Por aqui foi tudo tranquilo, ficamos em casa, então aproveitei para fazer algumas arteirices… 🙂
Quando fomos passear em Monte Verde, além das belíssimas araucárias, vimos plátanos de arrancar suspiros! Acho lindas as folhas dessas árvores, tanto que durante uma caminhada acabei recolhendo duas que estavam no chão, pensando em utilizá-las na decoração. Pois é, essa sou eu! rsrs.
Já em casa, coloquei as folhas no meio de um livro bem grosso para deixá-las retinhas e para secarem um pouco mais.
Essa moldura comprei para uma outra ideia, mas… fica pra próxima! rsContinue lendo →
Há um bom tempo venho guardando inspirações de relógios de parede para colocar no apê. Eu sinto falta de um, mas confesso que o desejo é mais decorativo do que “informativo” rs. Encontrei muita ideia bacana para pendurar em vários cômodos da casa, uns mais decorativos e menos precisos (sem números), mas todos bem legais. Bora conferir?
Tem um relógio sem graça encostado em casa? Que tal transformá-lo num lindo relógio-crisântemo?! Foi feito com colheres de plástico, o efeito fica muito bacana! Aqui. Continue lendo →
Houve um tempo em que a minha janela se abria para um chalé. Na ponta do chalé brilhava um grande ovo de louça azul. Nesse ovo costumava pousar um pombo branco. Ora, nos dias límpidos, quando o céu ficava da mesma cor do ovo de louça, o pombo parecia pousado no ar. Eu era criança, achava essa ilusão maravilhosa, e sentia-me completamente feliz.
Houve um tempo em que a minha janela dava para um canal. No canal oscilava um barco. Um barco carregado de flores. Para onde iam aquelas flores? Quem as comprova? Em que jarra, em que sala, diante de quem brilhariam, na sua breve existência? E que mãos as tinham criado? E que pessoas iam sorrir de alegria ao recebê-las? Eu não era mais criança, porém minha alma ficava completamente feliz.
Houve um tempo em que a minha janela se abria para um terreiro, onde uma vasta mangueira alargava sua copa redonda. À sombra da árvore, numa esteira, passava quase todo o dia sentada uma mulher, cercada de crianças. E contava história. Eu não a podia ouvir, da altura da janela; e mesmo que ouvisse, não entenderia, porque isso foi muito longe, num idioma difícil. Mas as crianças tinham tal expressão no rosto, e às vezes faziam com as mãos arabescos tão compreensíveis, que eu que não participava do auditório imaginava os assuntos e suas peripécias e me sentia completamente feliz.
Houve um tempo em que a minha janela se abria para uma cidade que parecida feita de giz. Perto da janela havia um pequeno jardim quase seco. Era uma época de estiagem, de terra esfarelada, e o jardim parecia morto. Mas todas as manhãs vinha um pobre homem com um balde e, em silêncio ia atirando com a mão umas gotas de água sobre as plantas. Não era uma rega: era uma espécie de aspersão ritual, para que o jardim não morresse. E eu olhava para as plantas, para o homem, para as gotas de água que caíam de seus dedos magros, e meu coração ficava completamente feliz.
Às vezes abro a janela e encontro o jasmineiro em flor. Outras vezes encontro nuvens espessas. Avisto crianças que vão para a escola. Pardais que pulam pelo muro. Gatos que abrem e fecham os olhos, sonhando com pardais. Borboletas brancas, duas a duas, como refletidas no espelho do ar. Marimbondos: que sempre parecem personagens de Lope da Vega. Às vezes, um avião passa. Tudo está certo, no seu lugar, cumprindo o seu destino. E eu me sinto completamente feliz. Mas, quando falo dessas pequenas felicidades certas, que estão diante de cada janela, uns dizem que essas coisas não existem, outras dizem que essas coisas só existem diante das minhas janelas, e outros, finalmente, que é preciso aprender a olhar, para poder vê-las assim.
Cecília Meireles
Um ótimo final de semana a todos, recheado de pequenas felicidades!!!
Nós tínhamos uma janela no apê que quase nunca abríamos totalmente (do closet), pois ela dá de frente para a outra torre de apartamentos do condomínio, ou seja, privacidade zero.
Finalmente, em fevereiro deste ano colocamos uma cortina, na verdade, uma persiana. Já mostrei aqui a cortina e a persiana romana da sala. Nós gostamos muito do estilo desta última e fomos dar uma olhada na Leroy Merlin.
Vimos várias, mas acabamos comprando a persiana rolô, semelhante à romana da sala quanto ao material, mas ao invés de dobrar quando recolhida, vai sendo enrolada no rolo superior. Achamos esse sistema de rolamento mais rápido e suave que o da persiana romana.
O modelo que escolhemos é de linho e composto por dois painéis (persiana rolo dupla Rainbow). Ela é “zebrada”, ou seja, tem faixas escalonadas para controlar a entrada de luz. Se quiser maior luminosidade é só deixar aparente as faixas translúcidas, conforme a persiana vai sendo enrolada. Se preferir maior bloqueio da luz é só fazer com que as faixas “sólidas” se encontrem.
É com muita alegria que compartilho com vocês o post de hoje!
Ontem recebi uma mensagem no Facebook que me deixou muito feliz! A Lissandra Bischoff encontrou o blog por acaso, pesquisando no Google, e leu o post sobre a varanda daqui do apê (que diga-se de passagem, ainda se encontra do mesmo jeito, ou seja, sem nada). Então, ela mandou algumas fotos de sua varanda para contribuir com ideias e simplesmente amei! Logo perguntei se poderia compartilhar com vocês também e ela gentilmente permitiu, então vamos lá!!! 🙂
Ela contou que a varanda é o lugar preferido do seu apê e não é para menos, né?! Achei super aconchegante, do jeito que eu gosto, com várias plantinhas, prateleiras, borboletas na parede… ♥
E olha que máximo a ideia que ela teve para acomodar outras plantinhas: Continue lendo →